mudanças…

Resolvi mudar o blog de casa. Ah, quem quer mudança na vida tem que começar por algum lugar né? Agora então o CCQ (apelido carinhoso do Coca-Cola Quente) mora no blogspot… É só clicar aqui! Aos gatos pingados que leem este blog, não se esqueçam de irem me visitar no outro endereço hein? Serão recebidos com chazinho e torradas… ou cerveja e petiscos, dependendo do público!

beijos gente, e mudar é bom! renovação… coisa nova… E ADELANTE SIEMPRE! ^_^


POSITIVE VIBES

Uso este meu blogzinho amado para falar geralmente de coisas que não gosto, ou dar aquela vomitadinha básica (os melhores textos, na minha humilde opinião). Só que hoje é sexta-feira e resolvi fazer um post sobre as coisas que eu gosto, só para variar, tentar vibrar positivo e receber de volta em dobro. E começo com…

Café. Adoro café. Aprendi a tomar café com uma menina que morei por poucos meses logo que mudei para São Paulo. A primeira coisa que ela fazia de manhã era passar um café fresquinho, e como eu geralmente acordava antes dela eu deixava pronto. Peguei gosto na coisa ali. E hoje, meu cafezinho diário é sagrado. Aliás, no plural. Tomo café o dia todo. Espresso, de bule, coado na meia (só não vale na cueca suja do japonês da padaria). Sempre com um pouquinho de leite, para dar tento na vida…

Gosto muito de seriados. Acho até que já escrevi sobre isto. Simplesmente a-m-a-v-a LOST. Não perdia, colocava na agenda os dias e horários. Participava de grupos de discussão. Também Friends, Sex and the City, Ally McBeal, Gilmore Girls, Party of Five (até hoje me lembro de ver o último capítulo e só chorar chorar chorar. Nem sabia o porquê, só chorava). Hoje eu assisto Brothers and Sisters (que a @clariscorrea me apresentou), e soube que estão passando de novo N3mbers. MUITO LEGAL ESTE, vale a pena! E morro de rir com o Sheldon Cooper de The Big Bang Theory. Acho que meio que me vejo nele, sabe? hahaha! Nerds!

Adoro dias de céu claro e friozinho. Gosto de sentar para conversar, mas em locais onde você possa falar e não precise gritar. Não sou das baladas, mas a pessoa me ganha se me chamar para ir numa padaria. Hum, adoro queijo quente, por falar em padaria. E pão quentinho feito na hora. Mas é melhor nem falar de comida senão o post será sobre isto apenas.

Eu gosto de sorvete. Não gosto de doces, acredita? Tem gente que acha que é firula minha, mas é só me conhecer um pouco para já saber. Gosto de me sentir querida, e isto a gente percebe nos detalhes, não nos outdoors escancarados. Gosto de ficar em casa de meia e ler. Descobri a mania de ler todos os livros do mesmo autor. Nem sempre vou pelos mais lidos, desconfio da unanimidade e generalização. Gosto de quem tem palavra, é confiável e tenho nojo de mentira.

Eu gosto de miojo. E pizza! Tô numa fase de parar de tomar refrigerante, então tem que tomar suco de pozinho ne, já que suco natural tem muita caloria. Eu adoro quando as pessoas do meu prédio não seguram a porta do elevador. Eu gosto de simplificar as coisas, sabe? Mesmo que as vezes morra na praia treinando. Estou em uma fase Adele, digamos assim…

Sempre me achei meio antissocial (atenção às regras novas de ortografia! antissocial é assim agora que escreve <- HORROR) mas mais porque não gosto de gente que me ensina a viver, sabe? Gente que vem resolver sua vida, mesmo a dela estando um caos. Gosto de comida japonesa, de ter a impressora funcionando quando EU quero, e não quando ela quer e de filmes argentinos. Tenho buscado a leveza. De pesada já chega eu.

Gosto dos amigos que faço pela net. Gosto do jeito que levo  minha vida, afinal é o melhor que posso com todos os meus erros (vários) e acertos (muitos no chute). Amei saber que tem gente de outros estados (alô meus leitores de Goiânia. Ooops, A leitora, já que é só uma!) que se identificam com o que escrevo. Percebo não estar solta louca no mundo.

E gosto de escrever aqui, porque economizo na psicanálise. Por isto não tô nem aí com o julgamento alheio, é um modo de desabafo. De por para fora o que ocupa um espaço em mim que é desnecessário… E desejo que tudo de bom que eu quero para mim, neste exato segundo em que digito, chegue a você que lê. Que nosso final de semana seja com muita paz no mundo e, principalmente, na alma.

Beijos para todos que chegaram até aqui comigo e “um beijo para meu pai, minha mãe e para você” (frase mais repetida no TVXuxa anos 80).


Quem nunca?

Quem nunca chorou se olhando no espelho, feito novela das oito? Quem nunca teve um piti por causa de ciúmes, e nem precisa ser do namorado? Ou ficou vasculhando o finado Orkut para saber mais sobre ele? Ou pegou a escova e fez de microfone, geralmente para cantar uma música bem brega e cafona que você sabe a letra decor?

Quem nunca deu uma olhada na prova da pessoa ao lado, mesmo sabendo que aquela múmia sabia menos do que você? Quem nunca mudou de caminho para ver se encontrava a pessoa, e quando encontrava ficava sem reação, com borboletas no estômago? Ou então chorou feito criança no cinema e ficou com vergonha na saída? Ou com propaganda, novela, Olimpíadas?

Quem nunca colocou a mão na boca ao receber uma notícia que te deixou chocada? Trocou o shampoo por creme? Usou roupa do avesso? Falou com algo preso no meio dos dentes? Tomou um porre homérico daqueles que dão amnésia? Teve ressaca e jurou NUNCA MAIS? Quem nunca entrou numa roubada e comprou um príncipe, levando um sapo em troca?

Quem nunca teve uma paixão platônica? Gritou GOL mesmo não sabendo nada de futebol? Xingou o juiz, ou melhor, a mãe dele? Confundiu alguém de longe e deu oi para o vazio? Caiu um público? Tomou um fora? Falou que não gostava de jiló mesmo sem ter experimentado? Ficou de vela em encontros alheios? Quem nunca teve o coração quebrado e jurou que nunca mais e mordeu a língua?

Eu já fiz tudo isto, e muito mais. Ainda bem. Tudo isto significa que não estou apenas envelhecendo, estou vivendo. Não me arrependo de nada, e quer saber? Não trocaria meus erros e acertos. Pensando bem, algumas coisas faria diferente sim, mas na hora fiz o melhor que pude com as informações que tinha.

Se você nunca fez isto, atire a primeira pedra. Mas cuidado que no fundo da sua casa pode haver um teto de vidro!


MANIAS

Olha, conforme eu envelheço a coisa piora. Sério. Não me lembro (se bem que não se lembrar é parte do pacote NE?) de ser assim na adolescência, lá pelos idos de 19XX (pouparei os leitores dos detalhes para tentar manter minha dignidade etária).

Não gosto que coloquem copos em cima de livros. Aprendi com meu pai isto, que temos que respeitá-los (os livros, no caso). Também não gosto que tomem refrigerante ou suco ou água em caneca de café, as mugs. MUG É PARA TOMAR CAFÉ, com um pouco de leite, no máximo. Qualquer outra coisa já olho torto.

Também me incomoda um pouco cobertor usado de ponta cabeça ou do avesso. Ou pasta de dente apertada pelo meio. Ou de copo/garrafa sem porta-copos embaixo. Ou relógio que, quando a pilha começa a acabar, atrasa de pouquinho em pouquinho. Ah sim, me incomoda as meias não serem guardadas com os pares corretos, e jogo de lençol descombinando.

Honestamente, não gosto de caneta destampada. Nem de caderno que, sem ser usado, fica aberto. De usar caneta dos outros ou de dar a mão para as pessoas. E EU VOU SABER POR ONDE ANDOU AQUELA MÃO? Também não gosto que peguem comida do meu prato, que seja um pedacinho de tomate cortado. NÃO DIVIDO SORVETE/SOBREMESA! Nem gosto de dar golinho de refrigerante meu, que aliás tem que vir com várias pedras de gelo; gelado apenas não basta. E não tomo refrigerante de máquina, acho que fica com gosto.

Gosto de usar lápis com borracha na ponta. Meus relógios são adiantados em 5 minutos. Leio vários livros ao mesmo tempo, mas quando gosto de um autor leio TODOS os livros dele. Tenho tido um pouco de impaciência com quem começa uma frase e não termina. SAC me cansa MUITO. Tenho tido preguiça de passar creme após o banho. Fico com vergonha quando tem aquela “caixinha” quando o Natal se aproxima. Aquilo me constrange, desculpa. Como no exterior quando dizem “tips are not included”.

Acho o fim da picada povo que anda de blindado por aqui e posta foto no Facebook nos metrôs mundo afora. Me irrita profundamente os preços serem X,99 e não darem 0,01 centavo de troco. Me incomoda ué, fazer o que?

Sempre que acabo de comer preciso tomar um café. Certas comemorações me dão preguiça. Do povo, não da comida. Nunca vi Hipertensão e acho bom parar por aqui porque a coisa tende a ficar infinita…


Quando uma árvore nos mostra o caminho…

Ela andava apressada, mais por costume do que por necessidade. A chuva que dava pinta por ali também ajudava. Ela não tinha medo de chuva, mas já perdera vários sapatos por conta da dita cuja, melhor prevenir então… Faltando duas quadras para chegar em casa, o mundo desabou. Não aquela chuvinha que só serve para desarrumar os cabelos; esta era casca grossa. Os pingos doiam. Chuva de verão em outubro, vai saber, São Pedro poderia estar com o calendário alterado. Ela sabia que a chuva seria breve, alguns minutinhos. Então parou embaixo da árvore em frente ao restaurante. E ficou esperando, mais preocupada com os papéis que carregava nas mãos mas agora escondia dentro da blusa. E esperou. E respirou fundo várias vezes para sentir o cheiro de chuva. E pisou com a ponta do pé nas pocinhas de água que se formavam. E ali ficou por alguns momentos, agradecendo por não haver raios – melhor não brincar com a sorte, pensava ela. Vai que, né? Vai que…

Quando a chuva deu uma trégua antes do segundo round, ela se sacudiu toda, apertou os papéis contra o peito e saiu correndo. Daria tempo de chegar em casa até a chuva recomeçar, pensou. E foi, meio criança pulando as poças, rindo alto. Depois de uns 10 passos 2 dois pulos, ela ouviu o barulho. Indefinível. Um barulho lento, oco, pesado. Parou e olhou para trás. A árvore que fora seu abrigo, sua casa, seu divertimento, há alguns segundos atrás, estava agora no chão, com as raízes expostas, tombada exatamente no local onde ela buscara refúgio. Sem qualquer aviso prévio, a árvore só esperou ela sair para cair. Lenta, dolorida, se despedindo do mundo. Cumprira sua tarefa, fora casa, fora sombra, morada de pássaros. A menina parou, de boca aberta, assustada e agradecida. Há 2 segundos atrás, talvez menos, ela estaria embaixo da árvore. Toda a sua preocupação em não molhar os papéis, tudo o que poderia fazer, tudo estaria ali, enterrado embaixo de um tronco grosso e raízes profundas. Chocada, ela sorriu. E agradeceu. Primeiro à árvore, e depois ao seu Anjo da Guarda. E foi para casa rezando para a chuva chegar logo e lavar a alma daquela que ficou. E, baixinho, só conseguiu balbuciar, “obrigada”.

——————————————————————————————————————————————————————

Steve Jobs se foi. O que levo dele, além do meu iPod, iPhone e iPad? O discurso sensacional que ele fez e que roda a internet. Ele tinha uma previsão de sua morte – àquela época sua luta contra o câncer já começara, então tentava aplicar a máxima “viver como se não houvesse amanhã”.

A grande maioria das pessoas não tem esta previsão. E se esquece disto, até que ela chega. E se arrepende, muitas vezes do que não fez, não falou, não tentou. Infelizmente, pode ser tarde demais. Muito, muito triste isto…

Busco me melhorar sempre. Busco várias coisas, quero várias coisas. Mas, em agosto, quando fiz aniversário, me prometi a mesma coisa que faço há alguns anos: não me agredirei fazendo o que não quero, convivendo com quem não me interessa, me preocupando com o julgamento alheio. E ontem, quando vi a árvore cair na minha frente e ouvi o grito da menina que estava embaixo dela alguns segundos antes, só pude pensar nisto -> tendo ou não outras vidas, não posso me esquecer jamais que “a gente nasceu para ser feliz”… EU nasci para ser feliz… e você também.

PS – para quem se interessar, aqui está o texto do discurso do Steve Jobs. Merece ser impresso e colado na parede. Ou tatuado na alma…


Comentários Alheios

Tenho alguns textos guardados, escritos em momentos de fúria (os melhores, na minha opinião) ou de falta do que fazer mesmo. Só que as vezes gosto de sentar e escrever o que me dá na telha, coisas que nem sempre serão publicadas. Como hoje é sexta, pensei assim: ao invés de subir um texto antigo, vou lá e escrevo rapidinho algo novo. E feliz. Oras boas, hoje é sexta, tentemos aliviar o final de semana certo? Certo.

Só que não consegui pensar em um tema feliz ou engraçado, e faz uns 15 minutos que estou olhando para a tela. A TV não ajuda em nada: é só catástrofe, engavetamento, batida de carro, briga, discussão, tiroteio. Eu não sei se já escrevi isto, mas depois do meu aniversário tomei uma decisão: não vou me alimentar destas notícias. Não lerei, não verei. Mudo de canal, nem que seja para ver o Tom&Jerry ou o canal de horóscopo e música. Não serei uma alienada do mundo, me prometi isto também, mas serei absolutamente seletiva no que faço e quero. E o princípio básico é não me agredir. Seguido ao pé da letra.

Então parei e resolvi escrever sobre algo que não entendo (percebi que tenho vários posts escritos sobre o que não entendo e sobre o que me irrita. A ser analisado futuramente com a Terapeuta), que é o fato de pessoas que leem posts de blogs deixarem comentários absolutamente desnecessários. Críticas são sempre bem-vindas, mas construtivas. A questão é que tem gente que para a vida dela, acha um post perdido na net e se vê no direito de ser sem-educação, de ofender, de xingar, e por aí vai. Conversando com amigos que tem blogs vi que isto é comum. Por isto tem muito blog com moderação de comentários, ou no meu caso, porque não sei onde cliquei que isto ocorreu e não sei tirar.

Eu  não entendo a pessoa cuspir marimbondo no autor por não gostar de um texto. Ou da opinião nele exposta. Cara-pálida, nem leia até o final então. Não divulgue. Não gaste seu tempo agredindo verbal e energeticamente quem você sequer conhece só porque a pessoa possui uma visão de mundo diferente da sua.  Siga seu rumo. Se você possui alguma raiva momentânea ou eterna, abrace árvores, vá a uma academia e sue, faça drenagem linfática, grite alto na janela, sei lá, descubra um método, mas não seja estúpido com quem escreveu. Tem quem parece fazer disto uma profissão, ficar googlando pessoas pra trollar de graça.

Ah sim, e se seu comentário não foi publicado, não precisa enviar outras mensagens, uma pior que a outra (em todos os níveis possíveis). Não sou especialista, mas você parece querer se fazer ouvir, ou procura um sparring para uma briga. Pois te digo que no meu espacinho, no meu blogzinho, não te lerei e não te postarei. Não baterei boca com você. Te respondo assim: te desejo tudo em dobro, e a porta é serventia da casa. Ou o ESC é serventia do texto, como você preferir…

PS – texto baseado em conversas com várias pessoas, mas principalmente o @marcosguinoza e a @clariscorrea. E não, nunca me trolaram severamente… mas a premissa tá valendo.


Casar ou comprar uma bike?

Em algum momento da vida temos dúvidas sobre qual caminho seguir. É o famoso “casar ou comprar uma bicicleta?”. A gente quebra a cabeça fazendo planos, traçando metas e escapatórias caso o plano inicial dê errado. Eu chego a ter o plano A, B e C em mente, dependendo da situação. E as vezes os três dão errado. E agora, José?

Desde adolescente eu falava: vou fazer isto, daí vai acontecer aquilo e eu vou fazer aquilo outro então. Daí eu faço X e quando Y acontecer, BINGO! Já tô velha cuidando de rugas na cara e me pego fazendo as mesmas coisas, até agora. Detalhe: quase todos os meus planos, sem exceção, deram errado, ou o X não virou Y, mas sim um J bem grande. Entende?

Já conheço outras pessoas que usam o deixar a vida levar. Elas vão aceitando (ou lidando, depende do jeito que você encara a coisa) as coisas conforme estas acontecem. Tenho para mim que elas sofrem menos do que gente como eu. Não sei, elas são mais leves, menos preocupadas. Tento diariamente aprender várias coisas, e esta é uma delas. Mas é difícil quebrar padrões pessoais, e quando são várias as algemas a serem quebradas, fica um pouco complicado organizar a fila…

Eu não sei como escolher, e confesso muitas vezes ter medo. Porque meu histórico vai contra mim (os erros estão ganhando de 9 a 0, por baixo), porque escolher é abrir mão de algo, por ter que encarar o novo e o desconhecido, por sair da minha zona de conforto. Mas para virar gente grande é preciso seguir em frente, escolhendo o que fazer. “Ah, escolhe fazer nada então.” “Deixe que a vida escolhe por você.” Aos incautos de plantão um aviso: isto é escolher também! Escolher deixar o acaso ocorrer, o destino, Maktub, sei lá eu. Mas escolher. E não sei se quero “outros” escolhendo para mim, mesmo que as vezes o cansaço me indique ser este o melhor caminho a seguir.

Não sei o que me espera. Tento viver o hoje (outro aprendizado: parar de se culpar pelo passado e não esperar pelo futuro). Isto tenho conseguido: viver o hoje. Mas falta tanto ainda…

Aos que me pedem conselhos, não os tenho, mas te dou a seguinte dica: não deixe que escolham por você! Sei que é mais fácil, porque tira uma pressão enorme de seus ombros, mas não se faça isto. A outra pessoa não é você, simples assim. E por mais que ela tente se por em seu lugar, não adianta, espíritos diferentes em corpos distintos. Não é a mesma coisa. E, no final do dia, é só você e seu travesseiro, nada mais.

——————————————————————————

Ontem Steve Jobs morreu, o cara por trás da Apple. Deixo a poeira baixar para conseguir por em palavras o que senti, além de “choque”. E ontem também descansou a tia de uma conhecida. Ela, muito lúcida, já falava das pessoas que estavam “vindo buscá-la”. Que todos os que partiram ontem fiquem bem, e que os que aqui continuam seu caminho façam as escolhas corretas. Que assim seja!