DESCRENÇA

Vira e mexe creio ser testada para verificar como estão meus limites, seja no caso da pessoa chata que você tem vontade de dar na cara até exames físicos mesmos. Só que tem vezes que a coisa é mais embaixo, muito mais embaixo.

Eu não sei se acredito no ser humano, a verdade é esta. Quando acho que tudo já foi dito e feito, vem alguém e quebra meu achismo. Vejo vídeos de idiotas que amarram cachorros em uma moto e arrastam, vejo gente matando não por um prato de comida, mas porque o outro te fechou no trânsito, crianças exploradas na esquina da minha casa pela mãe (?) para conseguir dinheiro. Veja bem, dinheiro, porque falei que iria comprar pão para ela e as irmãs e ela não quis: só queria dinheiro. Uma menina teve o braço quebrado porque não quis ficar com o moço, pessoas que nunca leram um livro na vida são endeusadas. No meu mundo, tudo ao contrário. Errada eu ou errada eles?

Como não dá para viver numa bolha nem trocar o programa de Matrix, eu me adapto. Escolho então não ver o que não quero, nem ouvir, nem falar. Macaquinho que nada vê, nada ouve e nada fala. Mas nem isto adianta quando a violência é contra mim. E ai, faz como?

Faço como pode e dá. Se é comigo, até tenho outra postura, mas viro um bicho se é com os que amo. Fico com gosto de sangue na boca. Desejo tudo de pior que existe no mundo, mesmo acreditando que tudo volta em dobro. Não me controlo, é maior do que eu. Meu estômago embrulha, minha pressão sobe, fico até maior em altura, vai explicar isto. Eu, que deveria apoiar, acabo tendo que ser amparada para não ter um colapso.

Quando a cabeça esfria (mas o sangue não) oro aos deuses e peço um sinal, um caminho. Imploro de joelhos, se necessário. E ele vem. Uma sensação quente no peito, de completude, de necessidade de crença. Não aqui; neles. Então eu tento. É o que tem para hoje. E amanhã, e depois. E abro um livro, e lá está a lição “cada coisa acontece a seu tempo”. Ok then. I’m here. I’m waiting. E tentando não ser um ET neste mundo perdido.

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Minha caixa de Pandora

“Epimeteu tinha em seu poder uma caixa que outrora lhe haviam dado os deuses, que continha todos os males. Avisou a mulher que não a abrisse. Pandora não resistiu à curiosidade. Abriu-a e os males escaparam. Por mais depressa que providenciasse fechá-la, somente conservou um único bem, a esperança. E dali em diante, foram os homens afligidos por todos os males.” (fonte: Wikipedia)

Eu tento ser uma pessoa boa, sabe? Faço o certo, ou no caso, faço aos outros o que gostaria que fizessem comigo. Não grito, não aponto o dedo na cara dos outros, não discuto coisas inúteis ou brigo para impor meu ponto de vista, faço trabalho voluntário, ajudo várias pessoas, não tenho algum comportamento do qual meus pais se envergonhariam, não furo fila, pago as contas em dia, não possuo o hábito da mentira, reciclo meu lixo, enfim, já deu para perceber que sou, sim, coxinha. Ou nerd. Ou ambos.

Não sou nem nunca fui patriota. Brigava com minha mãe por isto, ela patriota de sangue quase verde e amarelo. Só que ultimamente até ela tem me dado razão. Olha, eu acredito que os bons são em maior número, mas os maus fazem mais barulho e chamam mais a atenção. Na verdade, tempo verbal errado. Aliás, tudo errado. Não sei se acredito mais; as pauladas diárias tem o poder de quebrar o mais forte dos espíritos, imaginem o meu então…

Acho que tudo de ruim no mundo sempre existiu, só que antes a gente não sabia de tanta coisa. Dizem que a ignorância é uma benção, e me pergunto se não é verdade. Porque do que adianta saber e não poder fazer nada? Do que adianta saber e ter as mãos atadas? “É o sistema” não me convence, se bem que pão e circo antigamente era falado em francês. Adiantam estas marchas disto ou daquilo, corrente na internet, panelaço, sinal de fumaça, me amarrar em uma árvore, fazer estardalhaço? Não creio, pelo menos em terras brasilis não. Não sei se somos pacatos por natureza, ou se cansamos de lutar lá no comecinho, onde nos vendemos por espelhos e colares em troca de ouro e nossas riquezas.

Estou cansada. De tudo. Não de todos, mas de vários. Dos mesmos. De tentar, fazer minha parte, e a inércia atuar forte na minha cara, rindo com todos os dentes. Da sensação de que nada muda, na verdade tudo piora. Acho que é muita informação. Ou descrença. Ou desilusão. Talvez vergonha alheia? Este gosto amargo que tenho na boca vem de onde?

Pandora abriu a caixa por ser curiosa e todos os males do mundo foram soltos. Lá só ficou a esperança. Tenho muito medo de descobrir que, abrindo minha caixa, ela estará… vazia.


Preenche o cadastro?

Em vários locais onde você for hoje em dia, e até mesmo virtualmente, a primeira coisa que te pedem é que você preencha um cadastro. Algumas vezes nem te olham na cara e já vem com o papelzinho na mão. Ontem mesmo, tive que preencher dois destes: um no consultório médico e outro em uma loja. E dai que fiquei meio puta da vida porque não quiseram me atender, sequer falaram “oi” ou “bom dia”, só me estenderam o papelzinho e nem falaram nada. Quase que desenhei no papel de raiva…

Tenho uns problemas com alguns dos itens destes cadastros. Primeiro que não uso a caneta ofertada. Sempre andei com mais de uma na bolsa (beijos, mãe, por ter me ensinado a sempre andar na bolsa com mais de uma caneta, um cartão telefônico e um passe de metrô. O próximo item é ter uma agenda telefônica escrita para não depender do celular) e tive o “a-ha” moment no dia em que me ofertaram a mesma caneta que tinha sido usada por um homem minutos atrás, e ele tinha dado um daqueles espirros arrasadores NA MÃO EM QUE ESTAVA A CANETA (visualiza a cena para sentir meu nojinho). Não não, mesmo com gelzinho que existe hoje em dia, o seguro morreu de velho. E eu tenho nojo.

Voltando aos itens. Por exemplo: profissão. Eu acho constrangedor, sabe? Porque as vezes a pessoa é formada, mas está desempregado. A pessoa escreve lá “bacharel em letras”, ou “economista”, ou qualquer outra graduação que fez, mas está parado. Vai por o que na ficha? Desempregado? Eu acho deselegante, para dizer o mínimo. E não é isto que me define, ainda mais em dias como hoje onde parece que o desemprego é a regra, infelizmente.

Estado civil? No Brasil, se você passou da idade de casar (que atualmente não sei qual é exatamente) te olham meio de soslaio. A pessoa (mulher) solteira pode ser super bem-sucedida, transpirar felicidade, nada adianta. Será visto com olhar de fracasso pelos outros. Que beleza de valor cultural, hein? Até tem uns livros da Miriam Goldenberg que tratam disso: a mulher é considerada fracassada (esta é a palavra usada) se não se casou ao menos uma vez. E não vale união estável, tem que ter foto vestida de noiva. E que é melhor ter o status de “amante” do que de “solteira”. Recomendo a leitura!

Dependendo do meu estado de humor, coloco o que me der na telha. Profissão? Já escrevi “dondoca”, “desempregada”, “segurada do INSS”, “nunca tive e nem quero ter”. Estado civil? Já escrevi VIÚVA, em caps lock. Olha, posso estar louca, mas vi ali uns olhares de compaixão. E se a pessoa for amante de alguém? Concubina? Escreve o que lá? Deixa em branco?

Até entendo a importância de saber profissão, como se isso garantisse o pagamento em uma loja… mas estado civil? Bom, vai ver sou só eu que tenho estas neuras… Você tem?


Regras para que?

E eis que num destes finais de semana ai fui visitar a família Buscapé lá na terrinha. Graças às promoções, vamos de avião então, abreviando para 45 minutos um trajeto de 6 horas quando feito de ônibus. E nestes 45 minutos, várias coisas ocorreram, mas me aterei ao comportamento do moço-gato que se sentou na 5F.

Ele chegou atrasado e pediu licença para entrar. Ponto para ele, porque é bonito (o que abre portas) e educado (engano meu, mas não sabia até aquela hora). Eu, como sempre sento em corredor, esperava prontinha sem cinto de segurança os atrasildos. Continua comigo e me explica que eu tô ficando velha e não entendo mais certas coisas:

O moço se sentou na janela e estava lá, todo pimpão. Na hora da decolagem, depois dos avisos de desligar aparelhos (TODOS os aparelhos, não apenas celular), ele continuava com o dele ligado, em alto e bom som. E estava sem cinto de segurança, e com a poltrona reclinada.

Para você que nunca viajou de avião, te explico o seguinte: por medidas de segurança, todos os aparelhos eletrônicos devem ser desligados quando da decolagem e aterrissagem, bem como as poltronas não podem estar reclinadas, a bandejinha que fica na sua frente deve ser bem travada e você com o cinto fechado. Ele fez tudo ao contrário. Já achei ele meio tosco por ai…

A moça veio pedir para ele fazer o básico. Ele sorriu amarelo, fez tudo. Ela mal saiu do lado dele e ele voltou ao que estava. Total descumprimento de normas básicas. E para mim é assim: se tem a regra (dizem que é por segurança, mas nem por isto sabe?) porque não segui-las? Por que tem gente que se acha acima do bem e do mal e acha que pode fazer tudo? “Ah, mas não vai acontecer nada.” A questão não é esta, cara-pálida. Se a regra diz NÃO FUME, porque você vai fumar? Se a regra diz: NÃO VIRE À ESQUERDA, porque você faria isto? Para ser do contra? Transgressor? O cara?

Acho isto complicado. Fora o ser humano que parece se deliciar em fazer tudo “proibido”. Gente, vai fazer caridade. É super transgressor, já que poucos fazem isto. Dai quem fiscaliza é chato, é mala. A coitada da moça lá pedindo sei lá quantas vezes para ele fazer o mínimo. Ele nem ai para ela ou para os outros.

Ah sim: quando o avião pousou, mesmo problema. E antes que o avião parasse, ele já tinha soltado o cinto de segurança e queria levantar para ir embora. Pois fiquei, em protesto, sentada até o último passageiro sair da aeronave para dar lugar para ele se levantar, e como eu sou grande e gorda, ele teve que ficar lá. Vingançazinha besta e boba, mas já fiz 10 boas ações para compensar. Ah, não posso me esquecer: no ônibus que nos levou até o terminal de desembarque (a aeronave pousou longe), o cara estava absolutamente embaixo de dois adesivos: não fumar e não usar aparelho celular. Qual foi a primeira coisa que ele fez? Ligou o celular, lógico, falando com o “véio”. Fumar não fumou, mas o trajeto durou 1 minuto, se dessem 2 para ele acho que ele fumaria.

A maioria das pessoas sabe que não pode beber e dirigir, mas faz tudo ao contrário. Sabe do limite de velocidade, mas acelera. Fura fila, joga papel no chão, escuta música sem fone de ouvido, tenta reciclar papel de Zona Azul, não honra suas palavras, marca horário e não cumpre, estaciona em local proibido, tenta se arrumar no “jeitinho”. Com várias empresas a mesma coisa. Estou errada?

Bom, em 45 minutos um cara foi de “lindo” para “monstro do rio Tietê” para mim. Estou até pensando em chamar as pessoas para uma ponte aérea quando quiser conhecê-las bem viu… E para você, moço da 5F, saiba que você é um ridículo, para dizer o mínimo…


amizade em preto e branco

Conheço pessoas que só reclamam. De tudo. Da vida, do trabalho, da falta dele, do governo, do Papa, do Dalai Lama, do futebol. Reclamões profissionais.

Olha, acho que tudo tem limites, inclusive amizade. Sim, amizade. Porque amigo não é obrigado a aguentar tudo e todos, não senhor. Cansa. Principalmente se o outro fica abusando sabe? Liga quando está com problema, fala sempre sempre sempre do mesmo assunto e mesma coisa, não desenrola a vida e (parece que) quer empacar a sua. Não. Não dá. Uma vez me questionei se eu era a errada por evitar estas pessoas, e aprendi que não. Fazemos até onde dá, mas se começamos a sofrer ou nos agredir por conta de outros algo está muito errado.

Tenho amigos sim, mas para mim estes são diferente de colegas e conhecidos. Tudo escalonadinho. E acho que se chegou no nível “amizade” da coisa, algumas liberdades podem ser tomadas. Como por exemplo falar para a pessoa “você está chato”. Amizade permite isto, e se for real a pessoa pode até ficar puta da vida na hora, mas depois ela agradece. É meio que como avisar que você está com dente sujo: na hora você quer morrer de vergonha,  mas ainda bem que foi um amigo que te alertou né?

Aprendi na vida que temos amigos que são para balada, para as horas difíceis, do bate-papo no bar, virtuais. Alguns ocupam mais de uma carapuça, e que bom isto. Agora, o que não dá é alguém se aproveitar da situação para ficar bem às custas do outro ficar mal. Isto não é amizade, é vampirismo. E ocorre frequentemente se não nos cuidarmos. Repare nisto…

Tenho andado meio egoísta. Preciso fazer isto. Pensar em mim. “Umbigocentrismo” em alto grau. Porque a vida voa, e a gente fica plantada no ponto de ônibus se não tomar cuidado, sempre dando nosso lugar para alguém em piores condições.

Você precisa desabafar? Te dou o telefone da Tiarinha, profissional competentíssima. Você precisa chorar as pitangas? Estarei lá, mas não eternamente. Você quer cuspir marimbondos? Sinto muito, sou a pessoa errada. Você querer brigar não significa que eu sou obrigada a querer também. Geralmente saio andando sem nem olhar para trás, com peso zero na consciência.

Amizade é meio que como uma planta, tem que cuidar para ela crescer. Tudo demais mata a coitadinha. Principalmente se a coisa não é muito positiva. Então use o que tenho para dar, mas com moderação.


amigos x colegas x conhecidos

Tem gente que não quero que saiba da minha vida. Nada. De preferência, que fique longe de mim. E faço minha parte sabe? Evito a pessoa e lugares onde poderia encontrá-la, mudo até de caminho se necessário. O clichê “os incomodados que se mudem” é quase meu mantra quando penso em determinados seres. E não me incomodo, muito pelo contrário, dou graças aos céus por saber que faço minha parte para se ver livre daquilo.

Só que é complicado quando a pessoa não percebe que estou, sim, evitando-a. E fica insistente, chata até. Gente, há que se ter um mínimo de semancol, senão fica complicada a convivência. Acho necessário e saudável ter amizades, e sim, elas tem que ser cuidadas e regadas diariamente (ou uma vez por semana, vá lá). Mas acho também oportuno que pessoas não se elevem ao status de amigo sem o serem. Amigo não é colega que não é conhecido. São coisas e intimidades distintas. E até amizade, para mim, às vezes precisa de férias. Ou porque a vida anda corrida, ou porque a convivência fica mais pesada do que o habitual, ou porque o assunto é algo que não interessa a um dos dois, ou ainda porque a pessoa-amiga decidiu andar com pessoas com quem eu não quero conviver. Para se continuar, é bom uma pausa. E depois continuar de onde tinha parado.

E, olha, não desconfio de quem não tem amigos, mas acho muito estranho quem tem zilhões destes. Sério. Ok, concordo que existem os amigos de balada, os amigos pau-pra-toda-obra e por ai vai, tudo compartimentalizado. Alguns usam mais de uma tag, e que bom isto. Mas acho estranho quem tem um milhão de amigos, mesmo com Roberto Carlos cantando o contrário. Não sei, penso se a pessoa não tem uma definição de amizade distinta da minha. Certamente que sim.

Quando estava na lama pessoas me ajudaram; algumas viraram amigas, outras literalmente jamais vi. Sou grata a todas e jamais as esquecerei. Mas a vida continua, e se não quero conviver com você, algum motivo há. Não há culpados, acredite. “O problema sou eu” se encaixa aqui como uma luva. Pergunte (e esteja preparado para a resposta, ou nem isto viu…) ou se afaste. Sem problemas. Eu agradeço. E te garanto: caso futuramente retomemos de onde paramos, éramos realmente amigos. Ou estávamos no compartimento errado da coisa…

 


Comentários Alheios

Tenho alguns textos guardados, escritos em momentos de fúria (os melhores, na minha opinião) ou de falta do que fazer mesmo. Só que as vezes gosto de sentar e escrever o que me dá na telha, coisas que nem sempre serão publicadas. Como hoje é sexta, pensei assim: ao invés de subir um texto antigo, vou lá e escrevo rapidinho algo novo. E feliz. Oras boas, hoje é sexta, tentemos aliviar o final de semana certo? Certo.

Só que não consegui pensar em um tema feliz ou engraçado, e faz uns 15 minutos que estou olhando para a tela. A TV não ajuda em nada: é só catástrofe, engavetamento, batida de carro, briga, discussão, tiroteio. Eu não sei se já escrevi isto, mas depois do meu aniversário tomei uma decisão: não vou me alimentar destas notícias. Não lerei, não verei. Mudo de canal, nem que seja para ver o Tom&Jerry ou o canal de horóscopo e música. Não serei uma alienada do mundo, me prometi isto também, mas serei absolutamente seletiva no que faço e quero. E o princípio básico é não me agredir. Seguido ao pé da letra.

Então parei e resolvi escrever sobre algo que não entendo (percebi que tenho vários posts escritos sobre o que não entendo e sobre o que me irrita. A ser analisado futuramente com a Terapeuta), que é o fato de pessoas que leem posts de blogs deixarem comentários absolutamente desnecessários. Críticas são sempre bem-vindas, mas construtivas. A questão é que tem gente que para a vida dela, acha um post perdido na net e se vê no direito de ser sem-educação, de ofender, de xingar, e por aí vai. Conversando com amigos que tem blogs vi que isto é comum. Por isto tem muito blog com moderação de comentários, ou no meu caso, porque não sei onde cliquei que isto ocorreu e não sei tirar.

Eu  não entendo a pessoa cuspir marimbondo no autor por não gostar de um texto. Ou da opinião nele exposta. Cara-pálida, nem leia até o final então. Não divulgue. Não gaste seu tempo agredindo verbal e energeticamente quem você sequer conhece só porque a pessoa possui uma visão de mundo diferente da sua.  Siga seu rumo. Se você possui alguma raiva momentânea ou eterna, abrace árvores, vá a uma academia e sue, faça drenagem linfática, grite alto na janela, sei lá, descubra um método, mas não seja estúpido com quem escreveu. Tem quem parece fazer disto uma profissão, ficar googlando pessoas pra trollar de graça.

Ah sim, e se seu comentário não foi publicado, não precisa enviar outras mensagens, uma pior que a outra (em todos os níveis possíveis). Não sou especialista, mas você parece querer se fazer ouvir, ou procura um sparring para uma briga. Pois te digo que no meu espacinho, no meu blogzinho, não te lerei e não te postarei. Não baterei boca com você. Te respondo assim: te desejo tudo em dobro, e a porta é serventia da casa. Ou o ESC é serventia do texto, como você preferir…

PS – texto baseado em conversas com várias pessoas, mas principalmente o @marcosguinoza e a @clariscorrea. E não, nunca me trolaram severamente… mas a premissa tá valendo.