Perguntas e respostas

Eu fico meio estupefata (adoro usar esta palavra, e tenho poucas oportunidades) com umas coisas e pessoas. É incrível, mas se tem um tema em comum com amigos que não se conhecem é a tal da dúvida. Faço isto ou aquilo? Ou faço nada? Ligo ou não ligo? Será mesmo que aconteceu? Será que eu não deveria dar mais uma chance para a pessoa? Eu não estou imaginando coisas? Eu desisto ou continuo? Talvez o chefe escolheu o outro porque não gosta de mim… Ou será que não é isto?

Como é difícil ter todas as respostas… e várias das questões acima são minhas também; em certas fases da vida TODAS as questões acima constroem meu metier… E como fazer para lidar com elas? Como respondê-las?

Eu não tenho fórmula! Minha irmã me ensinou uma frase que uma amiga dela ouviu da terapeuta (acho que é este o link com a moça): cada um faz o melhor que pode! Bom, eu sigo isto! Tento sempre fazer o melhor que posso! SEMPRE! E uma característica básica minha, que meio que me define mesmo: eu penso, repenso, penso de novo… espero, analiso, busco ajuda, leio livros… e decido! Mas quando decido, eu decido! Não viro a página, eu troco de agenda!

Mas confesso: as dúvidas me movem. Fui criada para não desistir das coisas no meio, então sempre terminei o que comecei! Curso de piano? Fiz todo! Esportes? Fiz até a hora que deu, só que uma hora o vestibular bateu na porta e aí não teve jeito!

São as dúvidas que me movem. Elas me levam a buscar algo: a paz da resposta! Porque o que mata o ser – humano, na minha humilde opinião, é o “talvez”. Repare: a pessoa pode sofrer muito com um “sim” ou “não”, mas o que a mata e consome é o “talvez”. Para mim são antônimos naturais: “talvez” e “paz de espírito”. Escolho paz de espírito!

O que fazer quando em dúvida? Busque a sua paz de espírito. Esta é a única, e talvez melhor dica que eu possa dar.

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2 Comentários on “Perguntas e respostas”

  1. Rosanna disse:

    Concordo com a terapeuta da irmã da sua amiga 😉 Dar o nosso melhor! … sempre é a melhor opção.

    Eu confesso que algumas dúvidas me movem sim, mas outras me matam… pode ser porque, na dúvida, tenho uma forte tendência em ficar com o “talvez”, ou pior… às vezes escolho o “sim” e ao mesmo tempo o “não” (aí fica difícil). Escolher não é muito meu forte, o medo de um possível sofrimento me paralisa (mas isso depende da temática também).

    No mais, sigo tentando ser melhor do que fui ontem!

    Beijos, beijos

    • karinakarina disse:

      Uma coisa que minha terapeuta amada sempre diz: escolher o talvez, ou ainda, escolher não fazer nada = SÃO ESCOLHAS!

      E sim, o negócio é sempre tentar se melhorar… Concordo e também tento! beijos


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